A Bíblia de Jerusalém é considerada pelos estudiosos, teólogos e lingüistas, como uma excelente tradução bíblica, aplicável não apenas ao trabalho de teólogos, religiosos, tradutores, jornalistas e cientistas sociais, independente de serem católicos, protestantes, ortodoxos ou judeus, mas também para os fiéis que contam com vários recursos que os auxiliam amelhor compreender e contextulaizar os textos sagrados.

A Bíblia de Jerusalem tem algumas peculiaridades que a diferenciam de outras traduções, primeiro ela é fruto de um árduo e intenso trabalho, realizado por uma equipe de exegetas católicos e protestantes e por um grupo de revisores literários em conjunto, outro diferencial da Bíblia de Jerusalem são as notas explicativas que incluem as mais recentes atribuições das ciências bíblicas, referências geográficas, históricas, literárias, contando também com mapas, cronologia e introduções que situam o leitor no contexto do texto a ser apresentado.

A tradução da Bíblia de Jerusalém foi feita a partir dos textos originais hebraicos, aramaicos e gregos. No AT foi utilizado o texto massorético, isto é, o texto hebraico estabelecido entre os séculos VII e IX d. C. por sábios judeus, já para o NT utilizou-se o texto estabelecido na época moderna por um trabalho crítico sobre as principais testemunhas manuscritas da tradição da bíblia. A versão atual da Bíblia de Jerusalém, inteiramente revisada e ampliada, foi editada em 2002, pela editora Paulus.

por: Sandra Maruri de Moura